Davi, criança em tratamento neurológico, ao lado da mãe Fábila

Davi foi machucado pela madrasta, sobreviveu ao impossível — e agora precisa de você para continuar evoluindo. 💛

Um menino que superou o que nenhuma criança deveria enfrentar. Agora, um tratamento nos EUA pode ser o próximo passo da sua recuperação.

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— Jesus (Mateus 25:40)

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A cirurgia do Davi está marcada para o .

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Caso de repercussão nacional
História verificada Documentos checados

O menino que corria parou de andar, de falar e passou a viver com sonda. Mas Fábila nunca parou de lutar por ele.

Davi tinha 4 anos e já sabia dar cambalhota. A mãe, Fábila, ria toda vez que ele repetia a acrobacia no sofá da sala — sem técnica, com todo o entusiasmo do mundo. Ele era assim: cheio de energia, cheio de barulho bom, cheio de vida.

Era um menino com guarda compartilhada. Passava a semana com a mãe e alguns fins de semana com o pai. Quando o pai começou um novo relacionamento, os filhos voltavam relatando que a "tia" judiava deles. Fábila levou a sério. Fez registro, restringiu as visitas, ficou de olho.

Em um fim de semana, o pai pediu para levar Davi para a casa da avó paterna. Prometeu devolver no domingo. Depois pediu para estender até quinta. Disse que ele estava bem. Que iriam ao cinema.

Na quinta-feira à noite, Fábila recebeu uma ligação. "Seu filho está no hospital. Em coma."

Quando ela chegou, encontrou o corpinho do Davi coberto de hematomas. Machucado por todo lado. A madrasta, tomada por ciúmes, tinha agredido o menino de uma forma que nenhuma criança deveria sofrer. As agressões foram tão graves que causaram uma parada cardíaca. A falta de oxigenação no cérebro durante aqueles minutos deixou sequelas que mudaram a vida do Davi para sempre.

O menino que corria parou de andar. O menino que ria parou de falar. Davi passou a se alimentar por sonda e a respirar com apoio de traqueostomia. Ficou dois meses internado — 20 deles na UTI.

Fábila ficou ao lado dele o tempo inteiro. "Eu olhava para o meu filho cheio de tubos e pensava: o que eu fiz de errado? Por que não protegi ele antes?" Ela descreve que demorou meses para entender que a culpa não era dela — e que desde então, cada dia é uma decisão de não parar.

Em dezembro de 2025, a madrasta foi condenada a 62 anos de prisão. O pai, a 14 anos por omissão. O julgamento aconteceu em Manaus. O irmão mais velho do Davi, hoje com 10 anos, foi a principal testemunha do caso.

A Justiça deu sua resposta. Mas Davi ainda precisa da nossa.

Desde 2023, quando a história ganhou visibilidade, campanhas anteriores financiaram cirurgias neurológicas e ortopédicas importantes. Em 2024, um novo esforço bancou um tratamento que deu esperança de Davi andar novamente. No meio de 2025, uma complicação grave trouxe o menino de volta para a UTI.

O dinheiro que estava guardado para levar Davi ao exterior foi consumido pelas despesas da internação. Sobrou uma dívida hospitalar. "Se o meu nome for negativado, eu perco a capacidade de parcelar qualquer procedimento futuro — inclusive o tratamento dele", conta Fábila.

Ela saiu de Manaus, se mudou para Londrina, e cuida praticamente sozinha do Davi e mais dois filhos. A mãe dela viaja quando há cirurgias mais pesadas, mas no dia a dia é só Fábila. Ela relata que quase não dorme. Que passa as madrugadas anotando tudo o que pode ser feito, calculando o que falta, pensando no próximo passo.

Agora, surgiu uma nova possibilidade real para o Davi evoluir.

Em Louisiana, nos Estados Unidos, existe uma câmara hiperbárica neurológica diferente da disponível no Brasil. Aqui, o oxigênio é aplicado de forma geral no corpo. Lá, ele é direcionado especificamente para as áreas do cérebro que foram lesionadas. Segundo os especialistas que avaliaram o caso do Davi, essa diferença pode ser decisiva para retomar a evolução que houve regressão.

Além disso, há possibilidade de realizar tratamento com células-tronco de cordão umbilical — um método diferente do que ele já fez. Os passaportes já estão prontos. O que falta é a estrutura para chegar lá.

Mas antes de embarcar, o Davi ainda tem uma cirurgia no braço marcada. E a dívida hospitalar precisa ser quitada. Sem isso, não tem viagem. Não tem tratamento. Não tem próximo passo.

Davi já sobreviveu a coisas que a maioria de nós nunca vai conseguir imaginar. Ele ainda está aqui. E Fábila continua ao lado dele — todos os dias, sem parar, sem desistir.

Imagina o dia em que o Davi puder olhar para a mãe e sorrir de volta. O dia em que não precisar mais de sonda. Esse dia é possível. E começa aqui.

Uma doação de qualquer valor — R$ 20, R$ 50, R$ 100 — somada à de centenas de outras pessoas é o que vai levar o Davi aos Estados Unidos. E se hoje não for possível doar, compartilhe. A pessoa certa, vendo essa história no momento certo, pode ser o que falta para essa meta ser alcançada.

Se você pode doar, doe agora. Se não puder, compartilhe. O Davi ainda está aqui — e está contando com você.

Sua doação vai diretamente para o custeio do tratamento do Davi,
acompanhada de prestação de contas transparente e atualizada mensalmente.

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    Sem você, o Davi pode parar de evoluir, sem acesso ao tratamento que pode levá-lo mais longe.

    Sem você, um menino que sobreviveu ao impossível fica sem o próximo passo da recuperação.

    Sem você, a Fábila segue sozinha com uma dívida hospitalar que trava qualquer avanço.

    Com você, o Davi pode continuar evoluindo e conquistar cada novo movimento.

    Com você, um menino que já venceu tanto ganha a chance do tratamento que pode mudar o quadro dele.

    Com você, a Fábila consegue tirar o peso da dívida e focar só na recuperação do filho.

    Custos do Tratamento e Recuperação

    Atualizado mensalmente
    Item Descrição Valor
    Cirurgia do braço Correção cirúrgica da atrofia no membro superior R$ 32000
    Quitação da dívida hospitalar Débito acumulado de internação que bloqueia parcelamentos futuros R$ 38000
    Câmara hiperbárica neurológica (EUA) Tratamento direcionado às áreas cerebrais lesionadas, em Louisiana R$ 63000
    Tratamento com células-tronco (EUA) Protocolo com células-tronco de cordão umbilical, diferente do método anterior R$ 45000
    Viagem, visto e hospedagem Passagens, documentação e estadia de aproximadamente 40 dias nos EUA R$ 22000
    Total R$ 200000

    * O valor arrecadado abaixo reflete a meta total dessa campanha.

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    • Camila Ferreira

      doou agora mesmo

      Fiquei sabendo da história do Davi pelo Instagram e não consegui segurar o choro. A coragem da Fábila é impressionante. Fiz minha parte e vou compartilhar com todos. Que esse menino continue evoluindo.

    • Eduardo Pinto

      doou há 28 min

      Sou pai de criança pequena. Ler o que o Davi passou me abalou por dias. Doei o que pude e rezo muito para que esse tratamento nos EUA chegue logo.

    • Vanessa Cunha

      doou há 3 horas

      A Fábila abriu mão de tudo para estar do lado do filho. Isso é amor de mãe. Cada real que eu pude mandar, mandei. Vai dar certo, Davi!

    • Dr. Rafael Matos

      Neurologista

      A câmara hiperbárica direcionada utilizada nos EUA tem mostrado resultados em casos de lesão cerebral adquirida. A especificidade do tratamento é o que muda o prognóstico. Apoiem essa campanha — o tempo faz diferença em casos como o do Davi.

    Perguntas Frequentes

    A Crescendo com Amor é uma ONG registrada?

    Sim. A Ong Crescendo com Amor é uma organização sem fins lucrativos regularizada, com CNPJ ativo e documentação em dia. Todas as causas passam por verificação antes de serem publicadas.

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